Miguel Noronha Feyo Iniciar uma conversa →

[Fale comigo]

Toda proposta que já fiz
começou com uma conversa.

Não tem fila de atendimento nem pré-vendas. Quem lê a mensagem sou eu, e quem responde também.

Trinta minutos costumam bastar para eu entender a operação e dizer se consigo ajudar — e, quando não consigo, digo isso também.

01

Você escreve

Conte o que está acontecendo, do seu jeito. Não precisa formular o problema direito — formular o problema é o meu trabalho, não o seu.

02

Eu respondo

Em até dois dias úteis, direto no canal que você escolher. Se fizer sentido conversar, marcamos trinta minutos. Sem custo e sem compromisso.

03

A conversa decide

Dessa conversa sai um dos dois caminhos: uma proposta com escopo e preço, ou a recomendação honesta de que você não precisa de mim agora.

[Escreva agora]

Conte o que está acontecendo.

Não precisa formular o problema direito — formular o problema é o meu trabalho, não o seu. Evite incluir dados sensíveis na mensagem: não são necessários para o atendimento.

01

Quanto custa a primeira conversa?

Nada. Os trinta minutos de diagnóstico servem para os dois lados: você entende se eu sirvo para o problema, eu entendo se o problema serve para mim.

02

Em quanto tempo você responde?

Até dois dias úteis. Se houver data de evento envolvida, sinalize na mensagem — pedido de palestra com prazo curto entra na frente.

03

Você atende fora de São Paulo?

Sim. Palestras e workshops acontecem onde o evento estiver. Consultoria e direção de marketing combinam presença e remoto, no desenho que a operação pedir.

04

E se eu ainda não sei o que preciso?

Melhor ainda. A maior parte de quem me procura chega com um sintoma, não com um pedido. Escreva o sintoma. Formular o problema é a primeira entrega do trabalho — e essa é grátis.